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Setor de alimentos sem glúten deve crescer ainda mais em 2016

18/02/2016

 

Dentro desse cenário, evento Gluten Free Brasil realizado pela E4 Comunicação & Marketing, chega a sua sétima edição

 

 

O mercado de alimentos sem glúten vem apresentando um crescimento significativo nos últimos anos. O setor cresce apoiado na necessidade dos portadores da doença celíaca e intolerantes ao glúten e no hábito crescente dos consumidores pelo consumo de produtos saudáveis. O segmento está se preparando para atender a este público de maneira mais eficiente e com maior diversidade.  Segundo pesquisa da Revista American Dietetic Association (2011), registra-se um aumento no consumo de produtos sem glúten de 2,6 bilhões em 2010 para 5 bilhões em 2015. 

 

De acordo com dados da Fenacelbra (Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil), estudos internacionais apontam que 1% da população mundial é celíaca, ou seja, aproximadamente 7 milhões de pessoas. No Brasil, os resultados dos estudos realizados em algumas regiões mostraram que a prevalência de Doença Celíaca é semelhante à encontrada em países desenvolvidos, variando de 0,15 a 1,94% da população. Este número pode chegar a 2 milhões de indivíduos, mas a maioria deles ainda sem  diagnóstico. 

 

Diante desse cenário, o Gluten Free Brasil se consolida como o maior evento do país a abordar os problemas relacionados ao glúten – doença celíaca (DC) e intolerância. O Gluten Free Brasil é organizado pela E4 Comunicação & Marketing, agência segmentada em nutrição e bem-estar, e chega a sua 7ª edição em 2016, juntamente com o 4º Expo Alimentos Funcionais.  

 

Diante do crescimento do mercado, o evento será realizado em dois dias, 15 e 16 de julho e deve contar com a visita de 3 mil visitantes, entre profissionais da saúde, como nutricionistas e médicos, empresas do setor de alimentação saudável, além de lojistas e atacadistas. 

 

“O evento surgiu da necessidade em levar informação qualificada aos profissionais de saúde, celíacos e interessados no tema, principalmente por conta do grande consumo de glúten no Brasil e as consequências que isso pode acarretar em pessoas portadoras da doença celíaca”, conta o diretor da E4 e do Gluten Free Brasil, Gustavo Negrini.  O diagnóstico da DC ainda é demorado devido à dificuldade em relacionar sintomas com a doença, que tem incidência maior em mulheres. Estima-se que o diagnóstico correto demora de quatro a 11 anos para acontecer. 

 

De acordo com o diretor do evento, 55% dos consumidores celíacos gastam 30% ou mais do orçamento para o supermercado com produtos sem glúten. Além da questão da intolerância à proteína, a principal razão para a procura por este tipo de alimento é saúde. “Os produtos à base de trigo têm alto teor de glúten, o que pode potencializar o aparecimento de doenças inflamatórias e autoimunes”, afirma Negrini. 

 

O Gluten Free Brasil também é uma oportunidade para fazer negócios, já que permite a integração entre as marcas expositoras, prescritores, consumidores e lojistas. “O mercado sem glúten é, sem dúvida, muito promissor, especialmente pelo aumento do interesse das pessoas em consumir produtos que tragam benefícios para a saúde”, afirma Negrini.

 

Doença Celíaca


Doença Celíaca é uma doença autoimune desencadeada pela ingestão do glúten. É caracterizada pela inflamação da mucosa do intestino delgado e pode causar a diarreia crônica, prisão de ventre, anemia, emagrecimento ou obesidade, atraso no crescimento, alteração de humor, distensão e dor abdominal, aftas, osteoporose ou osteopenia.

 

O único tratamento para a doença celíaca é seguir uma dieta, por toda a vida, sem alimentos que contenham glúten, como trigo, aveia, centeio, cevada e malte ou os seus derivados (farinha de trigo, pão, farinha de rosca, macarrão, bolachas, biscoitos, bolos, alguns alimentos industrializados, entre outros)

 

Em 2015 já foram lançados alguns produtos importantes para os celíacos e pessoas sensíveis ao glúten. Mas ainda devem chegar ao mercado, vários outros produtos e suplementos alimentares. O Gluten Free Brasil apresentará aos profissionais da saúde e formadores de opinião, diversas marcas e lançamentos, além de promover a discussão de assuntos relacionados à doença.
 

 

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